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..."O mais importante é aprender a não se perder" p.15. Zen e a Arte da Manutenção de Motocicletas de Robert M. Pirsig
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Revista Vida Natural

sábado, 29 de maio de 2010


Vegetariano sem riscos - Por Rodrigo Gallo

Para muitas pessoas, ser vegetariano é sinônimo de ter uma vida mais saudável, com uma alimentação equilibrada e menos gordura no organismo. Realmente, é um pensamento correto. Contudo, como toda dieta, essa mudança de hábito alimentar precisa ser acompanhada por um especialista, afinal, o corpo pode não se adaptar às alterações logo de cara. E entender a razão é simples. Pense: você comeu carne vermelha a vida toda. Sempre gostou de ir a churrascarias e rodízios. Nunca dispensou uma picanha na brasa ou uma maminha cheia de gordura. Então, como espera que seu organismo se acostume com a ausência desse tipo de alimento da noite para o dia? Em parte, é uma questão psicológica. O corpo, porém, também pode sentir falta de determinados nutrientes presentes nas carnes, que serão descartadas na nova fase. O jeito, então, é fazer um plano alimentar para seguir em frente sem riscos. Vejamos algumas dicas básicas que podem ajudá-lo nessa tarefa.

*Nos primeiros dias da nova dieta é permitido o consumo de carne, mas em
quantidades menores*

*Vegetariano sem traumas*

Você não é um robô que pode ser programado para qualquer mudança imediatamente. Então, não force demais o seu organismo. Nos primeiros dias da nova dieta, pode-se continuar comendo carne. Apenas reduza a quantidade. De acordo com o médico Eric Slywitch, do Departamento de Nutrição da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), o ideal é consumir apenas 100 gramas de carne vermelha durante os primeiros dias da mudança. Isso pode ser feito durante uma ou duas semanas – depende de como o organismo vai reagir. Além disso, é essencial incluir alguns alimentos no cardápio logo de cara: um deles é o azeite. Ele é ótimo para regular o funcionamento do intestino e para reduzir o mau colesterol (LDL). Em médio prazo, também reduz os riscos de acidente vascular cerebral (AVC) e doenças cardíacas. Aumente também a quantidade de vegetais no prato, como beterraba (rica em licopeno, vitaminas do complexo A e B, minerais e cálcio) e alface (possui fibras e pequenos níveis de cálcio e fósforo). A nutricionista Josefa Marinho, de Recife (PE), explica que é interessante adotar pães e alimentos produzidos com farinha ou tubérculo, por serem fontes de carboidratos, grãos e comidas integrais, que fornecem proteínas. Comer uma maçã por dia também é uma boa pedida – e isso não vale apenas para o começo da nova dieta, mas sim para toda a vida, pois a fruta ajuda a manter as taxas de colesterol em níveis seguros, melhora a circulação sanguínea e ajuda na digestão.

Claudiney Morais - Rio de Janeiro - RJ

1kg de carne = 15.000 litros de água doce!!!

quarta-feira, 31 de março de 2010



No Brasil, em média, um quilo de carne bovina é responsável por:

• 10 mil metros quadrados de floresta desmatada.
• Consumo de 15 mil litros de água doce limpa.
• Emissão de dióxido de carbono diretamente na atmosfera.
• Emissão de metano na atmosfera.
• Despejo de boro, fósforo, mercúrio, bromo, chumbo, arsênio, cloro entre outros elementos tóxicos provenientes de fertilizantes e defensivos agrícolas, que se infiltram no solo e atingem os lençóis freáticos.
• Descarte de efluentes como sangue, urina, gorduras, vísceras, fezes, ossos e outros, que acabam chegando aos rios e oceanos depois de contaminarem solo e aquíferos subterrâneos.
• Consumo de energia elétrica.
• Consumo de combustíveis fósseis.
• Despejo nomeio ambiente de antibióticos, hormônios, analgésicos, bactericidas, inseticidas, fungicidas, vacinas e outros fármacos, via urina, fezes, sangue e vísceras, que inevitavelmente atingem os lençóis freáticos.
• Liberação de óxido nitroso, cerca de 300 vezes mais prejudicial para a atmosfera do que o CO².
• Pesados encargos para os cofres públicos com tratamentos de saúde decorrentes da contaminação gerada pela pecuária.
• Gastos do poder público com infraestrutura e saneamento necessário para equilibrar os danos causados pela pecuária.
• Custo dos incentivos fiscais e subsídios concedidos pelos governos estaduais e federal para a atividade pecuária.

Tudo isso está presente em cada quilograma de alcatra, maminha, picanha e outros cortes, consumidos aos milhões no menu diário e nos churrascos domingueiros. E nada disso é computado no balcão do açougue.
É importante observar que estes dados relativos à produção de 1kg de carne de boi não são estimativas alarmistas; são constatações alarmantes de estudos científicos e dados oficiais. A criação de suínos, caprinos, bubalinos e ovelinos (ou de outros mamíferos de grande porte) gera inúmeros semelhantes. Ou seja, a produção industrial de carnes é uma das fontes mais importantes de poluição do meio ambiente: exige áreas gigantescas, consome enorme volume de recursos naturais e energéticos, onera sensivelmente os cofres públicos, além de gerar bilhões de toneladas de resíduos tóxicos sólidos, líquidos e gasosos, que contaminam solo, água, ar, plantas, animais e pessoas.
A legislação brasileira é rigorosa em relação à poluição industrial. Porem, não há fiscalização para o setor pecuário: a aplicação das leis ambientais tornaria praticamente inviável a atividade. Se o governo brasileiro retirasse incentivos e subsídios, cobrasse impostos integrais e obrigasse a internalizar os custos energéticos, o uso de recursos naturais e os danos ambientais, cada quilo de alcatra custaria uma pequena fortuna!

“Cada um compartilha da responsabilidade pelo presente e pelo futuro, pelo bem-estar da família humana e de todos os seres vivos.” Carta da Terra


Fonte: Sociedade Vegetariana Brasileira – Departamento de Meio Ambiente
www.sbv.org.br

Obs: Desde que não haja fins lucrativos e seja citada a fonte, são só é permitido como incentivado a divulgação e reprodução, em qualquer meio, de trechos ou da íntegra desta publicação, sem a necessidade de autorização prévia.

Feliz dia do Rock galera!

segunda-feira, 13 de julho de 2009




Galera, vou deixar pra vocês o link do site vovô do rock> http://www.vovodorock.com


Para os Mineirinhos de Bh ficarem por dentro do melhor que temos no palco nacional...


[fica da dica]

Políticas públicas de segurança

sexta-feira, 27 de março de 2009

Nessa semana participei de uma palestra na faculdade sobre a abertura da campanha da fraternidade: "A paz é fruto da Justiça" em que, temas como a segurança pública foram levantados em um debate que participou um padre, um capitão da polícia e um Doutor em segurança pública. Enfim, alguns dados me chamaram a atenção e me levaram a refletir (como sempre) sobre a situação do nosso Brasil. (nosso?) Você sabia que, de acordo com dados colhidos entre os anos de 1990 e2005 constatou-se que a média de assassiantos por ano é de 40000? Entre os crimes cometidos, os mais frequentes são os homicídios, furtos, assaltos e os crimes de 'colarinho branco'? Sim... Crimes de corrupção pelas mãos de quem elegemos. É claro que o índice de crimes cometido pela classe baixa vai ser muito maior. As pesquisas não mostram a verdadeira face do crime. Não entra nas folhas de pesquisas os crimes do Senado e muito menos o dinheiro que financia o tráfico. Hoje em dia os maiores índices de mortalidade brasileira concentra a faixa etária que vai de 15 à 29 anos. Enfrentamos muitos problemas em relação às políticas públicas de segurança. O tema da campanha da fraternidade se encaixa perfeitamente na atualidade. Mas... é necessário acabar com a violência para se ter fraternidade, ou é necessário ter fraternidade para se acabar com a violência? Eis a questão. Educação é pilar de toda sociedade. Onde está o "Res cogitans"? Pensantes... Vamos fazer o mundo girar...
(Dayane R. Peixoto)